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Agronegócios Agroindústria

Herança Holandesa é referência na produção de farinha no Paraná

O moinho, com sede em Ponta Grossa, processa cerca de 450 toneladas de trigo diariamente para a produção de farinhas

25/11/2020 15h50
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Por: Redação Fonte: Campos Gerais Rural
Herança Holandesa é referência na produção de farinha no Paraná

O moinho Herança Holandesa, com sede em Ponta Grossa, vem se tornando referência na industrialização de alimentos do Paraná, com a produção de farinhas especiais. De acordo com o Governo Estadual, o moinho emprega cerca de 100 pessoas e processa em torno de 450 toneladas de trigo por dia, sendo uma das principais agroindústrias ligadas a cooperativas, que utilizam o trigo como produto primário no estado para levar alimentos na mesa do consumidor. A cadeia da indústria de alimentos é um dos segmentos mais importantes na economia estadual.

A Herança Holandesa pertence ao grupo Unium, que reúne as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal. O moinho foi pensado para produzir farinhas especiais para linhas industriais do mercado B2B, que é a produção para outras marcas.

Desde 2017, a empresa investe em tecnologia e iniciou a produção de farinhas para uso doméstico. No início de 2019 os produtos chegaram às gôndolas dos supermercados da região dos Campos Gerais. Atualmente, a unidade produz farinhas premium, tradicional, integral e as especiais (fabricadas para pizza e pastel). Há ainda a linha da farinha Precisa, uma segunda marca do moinho, que é vendida a preço reduzido para o consumidor. A maior parte da matéria-prima utilizada vem dos cooperados da região dos Campos Gerais ligados à Frisia, Capal e Castrolanda.

A produção de grãos no Paraná é historicamente destinada à exportação, mas as cooperativas do estado têm investido cada vez mais na ampliação de unidades fabris para processar a produção primária e garantir o produto final também internamente. Conforme a Ocepar, 18 plantas de processamento de grãos, açúcar e café ligadas ao cooperativismo existem no Paraná.

Segundo o coordenador de negócios da Herança Holandesa, Cleonir Ongarato, o projeto da cooperativa é conquistar o mercado de dentro para fora. “Primeiro, temos que ser bons em casa e depois ir avançando, a medida que comprovamos a qualidade do nosso produto e conquistamos a confiança do produtor e dos clientes”, afirma.

 

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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