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Agronegócios Bocaina

Família encontra no morango uma alternativa de renda em Ponta Grossa

Cerca de 55 toneladas de morango são produzidas em uma propriedade da Bocaina pela família Lara. A fruta é o carro chefe da produção e da obtenção de renda da família, que alcunhou o negócio de Sole Hortifruti

04/11/2020 14h39 Atualizada há 3 semanas
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Por: Redação Fonte: Campos Gerais Rural
Fotos: Divulgação/arquivo pessoal
Fotos: Divulgação/arquivo pessoal

Cheios de cor, doces e ganhando cada vez mais a atenção de clientes. Os morangos produzidos em uma propriedade da agricultura familiar na Bocaina, em Ponta Grossa, são de dar água na boca, principalmente neste verão, período em que a fruta é mais consumida.

Mesmo que não comum o cultivo da fruta em Ponta Grossa, a Sole Hortifruti vem se destacando na produção do morango, que é o carro chefe da propriedade e também o principal produto na geração de renda para a família de Bruna Lara Ribeiro. Neste período de pandemia, a utilização mais assídua nas redes sociais para conseguir comercializar as frutas fez com que não só mercados atacadistas e varejistas conhecessem a iguaria, mas, também, a população em geral.

Cultivo em estufas

De acordo com Bruna, que faz parte da equipe de vendas da Sole Hortifruti, a história do negócio da família surgiu há aproximadamente 30 anos, com o comércio de hortifrútis no geral. Mas, foi há quase três anos que começou o investimento no plantio de frutas em estufa na região dos Campos Gerais. Esse tipo de cultivo é marcado por controle de temperatura, e não possui contato com sol, chuva e terra. Atualmente, na estufa da propriedade rural da Bocaina há a produção de morangos, tomate grape e melancia.

Conforme Bruna, a escolha pelo morango foi por  conta da demanda que a fruta tem, já que é bastante consumida, e também pelo custo benefício da produção em estufa, que se mostra rentável. Ao longo do ano, cerca de 55 toneladas de morangos são produzidas na estufa da família Lara, que alcunhou o negócio de ‘Sole’ por conta do bonito pôr-do-sol, que pode ser visualizado na propriedade que concentra a produção da fruta.

“O grande projeto da Sole Hortifruti é se transformar em uma agroindústria, adentrar no processamento de alimentos, fruta congelada, polpa e aproveitamento total da fruta, agregando valor a mesma. Esse projeto demanda uma série de parceiros e apoio governamental, além de uma equipe multidisciplinar”, destaca Bruna.

 

Investimentos

Para o início do plantio, uma série de investimentos foi feita pela família, incluindo a área a ser plantada e a implantação da estufa. Hoje, há também a demanda de investimentos em insumos, quadro de funcionários, pagamento de sistema de rastreamento, além de toda a rotina de cuidados diários no cultivo das frutas.

“Temos o grande desafio de estarmos em uma região marcada pelo grande número de plantio de grãos, de comercialização de laticínios. O produtor de hortifrúti por sua vez, não encontra tanto incentivo, tanto no sentido de financiamento, quanto com relação a comercialização. Vemos que os investimentos, planos, projetos e negócios são pouco explorados na nossa região, mas tem um grande potencial de crescimento”, ressalta.

Hoje, a maior parte da venda da Sole Hortifrútis acontece fora da região. Há comercialização para redes de supermercados, atacadistas, Centrais de Abastecimento (como as Ceasas) e também para o varejo, através das redes sociais e também do contato direto com a família

O sistema de cultivo e produção dos morangos foi planejado para ter a colheita das frutas durante todo o ano, mas, de acordo com Bruna, é o período de verão e de fim de ano que a família Lara considera o mais propício para as vendas.

Para o futuro, Bruna ressalta que a família só pensa em investimentos, tanto para a criação de uma agroindústria, quanto para o aprimoramento técnico da equipe de trabalho. “Acreditamos que as pessoas que plantam e comercializam investem demasiadamente, desde a semente, até o aluguel que paga para a comercialização. Por isso, nossos planos para o futuro são de sempre investir em conhecimento técnico, cursos, bem como no aumento da produção. Além do mais, aumentar a parceria com produtores da nossa região, cooperativas para que juntos possamos crescer”, sustenta.

A comercialização no varejo dos morangos varia de R$ 8 a R$ 20 o quilo, a depender do tamanho das frutas. A Sole Hortifrútis pode ser contatada pelo telefone (42) 99992-9929. Para conhecer mais sobre os morangos, é possível acessar o Instagram @solehortifruti.

 

 

 

 

 

 

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