Informações genéticas da ervilha trazem perspectivas para a alimentação no planeta.

Informações genéticas da ervilha trazem perspectivas para a alimentação no planeta.

Depois de mais de um século da morte de Gregor Mendel, considerado o “pai da genética”, finalmente os estudos sobre o genoma da ervilha foram concluídos. Uma equipe de cientistas decifrou o genoma do DNA da ervilha, um feito que abre perspectivas para a alimentação no planeta.


A ervilha, o feijão e as lentilhas, leguminosas que começaram a ser cultivadas há cerca de dez mil anos na Mesopotâmia resultam da adaptação da agricultura às alterações climáticas. Esses grãos, por conta da particularidade de sua genética conseguem enriquecer naturalmente a terra, além de serem ricos em proteínas, podendo assim, constituir em parte uma alternativa à proteína animal.


A ervilha oferece muitos benefícios à saúde, variando conforme a espécie do grão (liso ou rugoso). Seu grão, de forma geral, possui cálcio, fósforo, ferro, potássio e cobre, elementos que são constituintes estruturais dos tecidos corpóreos e reguladores orgânicos que controlam os impulsos nervosos. A leguminosa possui também as vitaminas A, B e C e torna-se assim um importante alimento para a visão, formação de ossos, metabolismo energético, e processos de cicatrização.


Com o genoma da ervilha decodificado (o genoma é toda a informação hereditária de um organismo que está codificada em seu DNA) os geneticistas e pesquisadores da área biológica afirmam que essa descoberta vai potenciar a melhoria da variedade de leguminosas em grãos no mundo.

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